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Critica Hp by: Ray*

por ♥ Sandrokas, em 04.08.09

Este post é todinho para a minha Ray*, sejam bonzinhos e comentem muito para ela xD

 

Passo, primeiramente, a apresentar-me para quem não me conhece ainda.

Sou conhecida por Raylin (ou Ray) e sou amiga da Laúnn e da MissCullen e muito fã dos blogs delas.
 
Através de um pedido da nossa MissCullen, que acabou felizmente (ou infelizmente, já não sei) por ser irresistível de negar, surgiu este comentário.
É uma versão um tanto ou quanto oposta da opinião da Laúnn e contém partes em que concordo e outras em que discordo totalmente. Por isso, a autora deste blog pediu estas duas opiniões.
Obrigada MissCullen, por este convite.
 
Tal como a Laúnn, sou fã de Harry Potter, desde os 10 anos, altura em que, fui a uma “visita de estudo”, à falta de melhor expressão, com a minha turma de 5º ano. Nesse dia, fui assistir a um filme de que nunca tinha ouvido falar.
“Harry Potter e a Pedra Filosofal”… nome estranho para quem nada sabia acerca desta história.
A minha curiosidade despertou como nunca antes o tinha feito. Após ter visto o filme e sabido, posteriormente de que o filme era uma adaptação do respectivo livro, fiquei fascinada por tal coisa existir. Dado que, sou uma adepta quase viciada em livros, assim que pude, pedi aos meus pais para mo comprarem (na altura, ainda não tinha independência financeira!). Li o primeiro, li o segundo, li o terceiro e por ai fora (e, como é obvio também acompanhei os filmes) e o que aconteceu desde o primeiro momento em que comecei a ler…:
 
“O senhor e a senhora Dursley que vivem no número quatro de Privet Drive sempre afirmaram, para quem os quisesse ouvir, ser o mais normal que é possível ser-se, graças a Deus. Eram as últimas pessoas que alguém esperaria ver envolvidas em algo estranho porque, pura e simplesmente, não acreditavam nesses disparates.” – “Retirado de Harry Potter e a Pedra Filosofal”
 
… foi algo… numa só palavra… Mágico!
 
Sim, mágico! Muitas pessoas pensam que a magia se refere simplesmente a fazer desaparecer coelhos das cartolas ou a “acenar com um pau” (= Varinha – expressão utilizada na Saga “Harry Potter”), à espera que da extremidade saiam feixes de luz que nos envolvam com os seus efeitos e a sua suposta “magia”. 
Para mim, sinceramente, magia… é tudo o que nos faz viver e presenciar todos os dias, todos os momentos. Essa é a verdadeira magia da vida!
 
Agora, mais um entre muitos momentos… O meu comentário ao filme de “Harry Potter e o Princípe Misterioso”:
 
É certo de que não é dos melhores filmes, ou dos mais bem conseguidos, por não agradar a todos os fãs (o que, obviamente, é algo impossível. Todos os gostos diferem de pessoa para pessoa). Essa é uma realidade que não vou discutir e nem se põe em questão, pelo menos, para mim!
Contudo, foi, sem dúvida, um dos que mais conseguiu reproduzir o livro na sua genialidade.
Algumas partes e, atrevo-me a dizer, a sua grande maioria (as partes que envolvem as personagens de Shlugorn, Draco e dos armários de aparição e a morte de Dumbledore…) foi tal e qual como tinha imaginado… E isso, foi algo que nunca tinha, pura e simplesmente, acontecido!
Ok, podem já ter visto o filme e estar a pensar: “O quê? Ela imaginou aquela “porcaria”? Que falta de imaginação…” A verdade é que, quando li o livro, pouco mais tinha do que 16 anos. Claro que esse facto não serve como desculpa nem algo do género. Mas, hoje, afirmo orgulhosamente que tenho 18. E, como tal, afirmo sem medos de que se fosse hoje, provavelmente, imaginaria algo diferente. Algo mais elaborado, algo mais digno do nome “Harry Potter”.
 
Quando o filme começou, pensei: “O livro não começava assim… Estranho, muito estranho!”, e até troquei olhares confusos com a Laúnn, mas após ter visto essa parte, fiquei a entender um pouco mais da opção do realizador. Mais tarde, irei escrever essa razão.
Em geral, adorei a prestação e empenho das personagens. Com o que não fiquei muito contente, foi com a personagem de Daniel Radcliff… Parece-me, que desta vez, o realizador do filme não apostou tanto em Harry Potter, para apostar noutras personagens que também merecem o devido destaque.
Estou a falar, como já puderam deduzir, de Tom Felton (Draco Malfoy), que, surpreendentemente desempenhou o seu papel na perfeição; um rapaz de 17 anos que é ameaçado pelo Feiticeiro Mais Negro e Terrível de todos os tempos, é incumbido de matar o Maior e Mais Brilhante Feiticeiro de Todos os Tempos, a fim de salvar a sua família… Uau! Ficou brutal! Excelente desempenho.
Mencionei Tom Felton e agora refiro Rupert Grint (Ron), Emma Watson (Hermione) e, Jennifer Smith (Lavender Brown). Esta foi a personagem que mais elevou, em parceria com Grint (e também Watson), a comédia romântica, em “Harry Potter.
Jennifer foi muito divertida e é uma excelente actriz. Nem todas as actrizes conseguem desempenhar o papel de “colas”, que trata o namorado por “Meu Ronron…”, ou oferece colares muito fora do comum. =)
Voltando às primeiras duas personagens, cuja desempenho gostei: Watson e Grint, tenho muito a dizer. Como é óbvio, não posso dizer tudo, pois este comentário já está grandito e tenho mais aspectos a referir. Watson prendeu-me pelo seu excelente papel, após ter presenciado o beijo de Lavender e Ron e pelas suas cenas com o McLaggen (Freddie Stroma). Mais uma vez, o filme retratou aquilo que imaginei.
Muitos dos fãs não gostaram do facto deste filme apostar mais na comédia romântica e no amor adolescente. Eu, como não podia deixar de ser (sou sempre do contra), gostei. E, porquê?, perguntam vocês e muito bem.
 
Gostei, por várias razões.
Primeira:
Todos os jovens, uns mais que outros, mais tarde ou mais cedo, passam pelo amor adolescente e tudo o que isso implica. Ciúmes, zangas, felicidade, tristeza, desgostos… Lamechas, eu sei. Mas o amor adolescente implica tudo isso e muito mais.
Harry Potter e os amigos têm vindo a crescer, ao longo da saga, como todos nós e já não são mais as crianças que vimos em “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Concordo que, a Saga HP esteja e seja mais envolvida em mistério, terror, cenas de acção e aventura. Contudo, considero um aspecto essencial, a história focar esta parte da vida que alcança todos os jovens. Porque, além de mágicos, todos eles são jovens. E quantos jovens não passam por esta fase? Quantos, mesmo tendo uma vida um pouco complicada (não tanto como Harry Potter!), passam pelo amor?
Há pouco, prometi referir a razão que me leva a entender o realizador no começo do filme. Em vez de o filme ter mostrado a família Dursley, mostrou Harry, sentado num café, junto à linha do metro. Lá, estava ele a ler o jornal de feiticeiros quando a jovem empregada o aborda. Começa aqui, a inesperada “comédia romântica”… Entendo, porque é apenas um equilíbrio entre as coisas más e as coisas boas que têm vindo a acontecer-lhe ao longo dos duros tempos.
 
Segunda:
O amor sempre foi o principal sentimento destacado por J. K. Rowling. O amor desde sempre, prevaleceu e venceu em todo o enredo… desde sempre, protegeu Harry nas suas aventuras e demandas. Estamos a falar de um tipo de amor, no amor de mãe, neste caso, da Lily Evans.
E já se esqueceram de que os amigos de Harry ficaram protegidos por este mesmo sentimento na derradeira Batalha, em “Harry Potter e os Talismãs da Morte” e que foi por isso que não morreram? Acho que foi por essa razão que apostaram essencialmente na comédia romântica e no amor. Esta foi uma de muitas interpretações que retirei acerca deste assunto… Vou passar aos próximos aspectos.
 
O realizador não deu mais ênfase a algumas partes que engrandeceriam o filme na sua plenitude e ficou bastante imperfeito… A batalha com os devoradores da morte, o funeral de Dumbledore, por exemplo… Em relação, a esta personagem, nada tenho a dizer, a não ser que o seu funeral foi muito “pobre” em detalhes… Apenas umas quantas varinhas acesas e nada mais. De facto, este aspecto entristeceu-me bastante e revoltou-me. Creio que não lhe deram o devido valor.
Há que salientar, apesar de tudo, uma coisa. Os livros são extremamente complexos e enormes para se reproduzir num só filme. Compreendo a dificuldade que os realizadores e produtores têm ao adaptarem um livro para filme.
Quando a linha que separa o livro de um filme é ultrapassada… É óbvio que o filme perde qualidade. Acaba sempre por perder, por mais detalhes que tenha ou por mais que seja idêntico ao livro. Nada é perfeito. Mas, talvez, a solução fosse dividir o livro em quantas partes fossem necessárias para retratá-lo tal e qual como ele é. Claro que esta solução faria o orçamento do filme subir exponencialmente e nenhum de nós veríamos todos os 0 da conta! LOL
 
Bom, há tantos aspectos a mencionar e eu referi tão poucos… Mas aqueles de que iria falar, a Laúnn já os têm no seu comentário, acerca da banda sonora e outros…
 
Apenas discordei da Laúnn, porque adorei o filme… Harry Potter é Sempre Harry Potter e por muito que me desiluda em certos aspectos, nem tudo é mau!  
 
 
Portanto… acho que acabou! Mais ou menos, porque… enfim… gostaria de dizer mais coisas, mas fiz-te esperar muito tempo por isto (que, verdade seja dita, não ficou nada de jeito e não negues MissCullen – quem disse que ias negar? LOL – porque é totalmente verdade! Ficou uma treta este comentário…)
 
 
Obrigada por este convite, mais uma vez…
 
Kiss kiss Ray*

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publicado às 12:06


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